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ELIZABETH TAYLOR
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FILMOGRAFIA 1994-The Flintstones
- O filme - The Flintstones Cat in a hot tin roof Fonte: Internet |
Elizabeth
Rosamond Taylor, nasceu em Londres, no dia 27 de fevereiro de 1932.
Filha de um comerciante de arte e uma jovem atriz . Elizabeth só
foi morar nos Estados Unidos, em 1939, por causa da ameaça
de guerra que chegou a Inglaterra. A família Taylor foi para
Los Angeles, Califórnia. Várias pessoas reparando a
beleza de Elizabeth, que tinha pele de alabastro, olhos violetas e
cabelos negros, falavam para sua mãe Sara procurar estúdios
para tentar colocar Elizabeth no cinema. O resultado é conhecido
por todos. Elizabeth começou trabalhando na Universal, em um
filme chamado There's One Born Every Minute (1942) quando tinha dez
anos. Mais o contrato com a Universal não durou muito. O diretor
responsável pelo elenco, achava que ela tinha "olhos velhos
e não tinha expressão de criança." E o contrato
não foi renovado. Mais um ano depois, Elizabeth fez um teste
para MGM e ganhou um pequeno papel no filme A Força do Coração
(1942), o primeiro da série de filmes sobre a cadela Lassie.
Onde passou a ficar conhecida. Fez outros filmes no seu longo contrato
com a MGM, mais só passou a demonstrar realmente que amadurecera
depois de filme O príncipe Encantado (1948), aos 16 anos. Depois
veio Um Lugar ao Sol (1949), durante as filmagens Elizabeth se apaixonou
pelo seu par romântico Montgomery Clift, mais o astro que era
homossexual, não queria um romance, mais viria a ser o seu
amigo mais íntimo, até sua morte em 1966. Os sentimentos
de amor de Elizabeth por ele era tão mesclados de culpa, recriminação
e remorso que, mesmo depois que ele estava morto há anos, ela
não era capaz de falar a seu respeito sem chorar.
A longa coleção de maridos de Elizabeth começou a ser montada quando ela tinha 18 anos, e o escolhido foi o rico herdeiro de uma cadeia de hotéis, Conrad Nicholson Hilton Junior, aliás Nicky. Durou sete meses. Ele preferia jogar e se divertir com os amigos, a ficar com Elizabeth. Veio em seguida o maduro e fleumático ator inglês Michael Wilding, que resistiu cinco anos, e que deu a oportunidade de Elizabeth ter dois filhos. Outro milionário. Mike Todd, o primeiro grande amor da vida de Elizabeth, morreu num acidente aéreo antes de completar um ano de casado. Todd foi sucedido por Eddie Fisher, um cantor , viciado em drogas, responsável pelo maior escândalo da vida sentimental de Liz: era marido de sua grande amiga Debbie Reynolds e melhor amigo do seu falecido marido. Na época foi um grande escândalo em Hollywood. Elizabeth foi chamada de destruidora de lares e viúva negra. Mais, o escandâlo foi superado e o casamento não durou muito, claro. Foi atropelado por Richard Burton, o segunda grande amor de sua vida, que valeu dois casamentos e dois divórcios. Eles se conheceram durante as filmagens de Cleópatra (1963). Onde recebeu a inédita quantia de um milhão de dólares, por um único filme. Falam que quando viu Elizabeth pela primeira vez, durante as filmagens de Cleópatra passou-lhe uma cantada. "Ela acabou de comer um sanduíche rápido, passou a mão nos cabelos, piscou os olhos carregados de maquilagem e preparava-se para voltar ao estúdio, quando sentiu que alguém a observava. Levantou o rosto e achou engraçados aqueles dois olhos enormes, que examinavam suas roupas, seu rosto, suas mãos. De repente, ele falou: "Não me ocorre nada melhor para dizer, sabe? Mais quero que saiba que é uma mulher muito bonita." - "Foi uma frase muito banal para quem se diz um intelectual", Liz comentou mais tarde, na sala de maquiagem. Mas foi assim, dessa forma banal, que ela conheceu Richard Burton e com ele iniciou um romance tempestuoso, que os manteria permanentemente nos jornais e revistas nos quinze anos seguintes. Com Burton, um dos mais perfeitos intérpretes de Shakespeare, Liz cresceu como artista e como mulher. Foi ao lado dele que ela conquistou seu segundo Oscar, pelo filme Quem Tem Medo de Virgínia Woolf? (1966), onde representava uma mulher madura, chata, desarrumada, despenteada, dada à bebida, diferente daquela beleza bem-comportada de Butterfield 8 (1960). E, no entanto, mais uma vez Elizabeth Taylor estava representando Elizabeth Taylor na tela. Finalmente, pintou o fazendeiro e político de seu segundo time John Warner, em 1976. Elizabeth se divorciou de Warner em 1981. Foi a época em que Liz engordou 30 quilos. Mais em 1985, após várias dietas, Liz voltou ao seu peso de juventude, 55 quilos. Em 1991, Elizabeth tentou mais uma vez com um caminhoneiro Larry Forstensky. Quando chocou ao mundo ao anúnciar seu oitavo casamento, aos 59 anos. Mais outro divórcio, com ela alegando diferenças irreconciliáveis. Jurando nunca mais se casar novamente. Foram esses os maridos, de papel passado. Amantes e namorados fazem uma lista à parte, talvez infinita. Quando estava chegando aos 40 anos Liz declarou: "A felicidade se resume em colecionar amores..." Naquela ocasião, estava no quinto marido, Burton. E, se isso é verdade, ninguém como ela, pode ser considerada uma pessoa feliz. Mas vamos devagar com essa felicidade. A vida de Elizabeth Taylor não foi apenas uma sucessão de alegrias e divertimentos, muito menos de frivolidades. Fazendo seu primeiro filme aos 12 anos, mal chegada da Inglaterra, onde nascera, para fugir dos horrores da guerra, Liz caiu do cavalo e machucou a espinha, o que a obrigou a tomar aspirinas e fortes analgésicos a vida toda, para livrar-se das dores. Durante as filmagens de Cleópatra pegou uma pneumonia dupla que quase a matou. Onde tiveram que fazer uma traqueotomia para poder salvá-la. Quatro vezes esteve desenganada pelos médicos, e sobreviveu. Sucumbiu ao álcool e às drogas, e conseguiu recuperar-se. E nunca procurou esconder seus problemas de ninguém. Ao sair de uma clínica, em 1984, declarou francamente aos jornalistas: "Eu era uma bêbada. Bêbada, eu sei, é uma palavra muito dura, mas tenho que ser dura comigo mesma para enfrentá-la. Um bêbado é alguém que bebe demais. Alguém que toma pílula demais é um drogado. Não há um modo elegante de dizer isso. Tive que reconhecer essa verdade." Liz tem quatro filhos: Michael Wildind Jr, Cristopher Wildind, Liza Todd e Maria (que ela adotou com Burton na época de Cleópatra). Em fevereiro de 1997, Elizabeth fez o seu check-up anual, onde mostrou a existência de um tumor benigno em seu cérebro. O tumor era do tamanho de uma laranja e os médicos marcaram a cirurgia para dali a duas semanas. Após o choque inicial com a notícia, Elizabeth Taylor passou a sentir medo de morrer ou ficar paralisada em conseqüencia da extração do tumor. Mas como sempre acontece, Liz tomou conta da situação e, com sua habitual autoconfiança, declarou que não importava qual fosse o resultado da cirurgia, ela tinha vivido uma grande vida. Adiantou a festa do seu 65º aniversário do dia 27 para o dia 16. Centenas de celebridades compareceram ao Teatro Hollywood Pantage para mostrar sua afeição e solidariedade. Como parte das comemorações, a cidade de Los Angeles mudou o nome de uma rua que cruza o Hollywood Boulevard para Passagem Elizabeth Taylor. Mais a recuperação foi simples e sem qualquer complicação séria. Para a cirurgia, Elizabeth teve que raspar a cabeça e posou para a capa da revista Paris Match careca e com uma cicatriz de 7 centímetros no crânio. Atualmente Elizabeth, tem se engajado em campanhas na luta pela prevenção da AIDS e participado de eventos no qual tem feito suas aparições públicas. |
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